terça-feira, 4 de novembro de 2014

Preparar aulas nunca foi tão fácil

Hoje a(o) professor(a) pode preparar suas aulas facilmente utilizando-se das novas tecnologias. Ainda me lembro do mimeógrafo, do carbono,do álcool e do giz. Lembro-me também da excassez de livros didáticos e paradidáticos para contextualizar os conteúdos programáticos dos anos letivos. Hoje o professor deve buscar nas novas tecnologias as fontes para enriquecer suas aulas. A variedade de blogs, imagens, vídeos etc que temos acesso pela internet promoveu uma revolução nas técnicas de ensino. O(A) professor(a) que não aderiu ainda a estes novos modos de ensinar infelizmente está tornando obsoleto como o próprio mimeógrafo que eu tenho empoeirado no sótão da casa. Viaje nesta proposta de blog pedagógico http://aulasanimadas.wordpress.com/page/3/    mas não acomode-se, procure muitos outros e você descobrirá que pode ser exemplo de dedicação e aprimoramento profissional.

Palestra Tiago Duque

Na palestra do Professor Mestre  Tiago Duque, no dia 31/10/2014, sobre gêneros o mesmo dissertou sobre as diferenças de gêneros em dois locais diferentes (Campinas e Corumbá) e os conflitos sociais surgidos com as inversões de papéis em cada uma dessas sociedades. O conservadorismo e a modernidade contrastam nas duas realidades observadas mas também identificou-se resquícios tanto de uma fenômeno social quanto de outro nas duas cidades investigadas. O desafio é avançar para que os papéis sociais exercidos  independente do gênero ou da opção sexual de cada indivíduo ocupem os mesmos graus de importância na sociedade.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A ÉPOCA DAS REDES SOCIAIS

É notadamente gratificante observar como a humanidade evoluiu com o passar do  tempo. Desde a idade da pedra aos dias atuais muito se criou e se produziu para dar conforto a nós seres humanos. 
                                                                       
É notadamente gratificante observar como a humanidade evoluiu com o passar do  tempo. Desde a idade da pedra aos dias atuais muito se criou e se produziu para dar conforto a nós seres humanos.

As idades da pedra, do ferro e do ouro, por exemplo correspondem ao momento histórico-social em que foram criadas ‘novas tecnologias’ para o aproveitamento desses recursos da natureza de forma a garantir melhor qualidade de vida. (KENSKI, 2007, p.20)

 É fato também que a sociedade pós-moderna necessitou de um tempo ínfimo em relação aos períodos anteriores para avançar na tecnologia e na produção de conhecimento.
            Foram tão rápidos e numerosos os avanços tecnológicos que hoje a educação de crianças e jovem é um dilema para os educadores mais conservadores.
Questiono-me como era a educação das crianças pequenas quando estas não tinham um celular para se distrair enquanto a mãe fazia comida? Como os jovens se comunicavam sobre namoros, modas, festas etc. sem o celular? Como se ensinavam os adolescentes sobre as dúvidas trazidas da escola sem o Google?
 A tecnologia entra em nossa vida causando um sentimento de dependência e incapacitada para a resolução de problemas. Mas, esse fenômeno só acontece por existir  um espaço que logo foi ocupado  pelos recursos tecnológicos em parceira à indústria do consumo utilizando-se  da força ideológica que o novo promove.
            Hoje temos jovens, crianças e adultos que mal se olham mas que, virtualmente estão em múltiplos diálogos. Há conflitos de ideias e menos de geração.
Cabe aos estudiosos da educação revisitar as teorias da linguagem e das relações sociais para identificar as vantagens e os prejuízos a  formação humana no contexto da vida em sociedade.


Com esse desafio imposto, o importante papel reservado para a educação tecnológica é o trabalho para a formação da cidadania, que leve em consideração a oferta de requisitos básicos para viver numa sociedade em transformação e prepare um cidadão responsável e ético para enfrentar os novos impactos tecnológicos. (GRINSPUM apud BEHRENS 1998, p.  75)











Referência bibliográfica:

KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2007, p. 75

MORAN, J M; MASETTO, M T.; BEHRENS, M A. Novas tecnologias e mediação pedagógica.(tecnologia interativa a serviço da aprendizagem colaborativa num paradigma emergente) Campinas: Papirus, 2000, p. 20.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A INFORMÁTICA E EU

A informática foi entrando em meu lar pela necessidade trazida pelo nosso trabalho. Eu, professora, sempre preparei minhas aulas com os livros que adquiri com o tempo. Com a internet a pesquisa tornou-se muito mais fácil e a impressão das atividades fundamentais. Ainda lembro-me do período em que rodava as atividades no mimeógrafo, horrível! Tive também uma impressora matricial, quanta barulheira para imprimir uma folha... Mas para que consigamos realizar nossas pesquisas e transmissões de mensagens/informações de forma mais precisa há a necessidade de uma atualização constante da aparelhagem disponível com a compra de notebooks, tablets, celulares etc. O mercado e a modernidade nos impõem o consumo de bens e equipamentos tecnológicos atualizados cada vez mais rápidos.

Atualmente busco resistir ao domínio das redes sociais em minha vida. Meu filho de 14 anos e minha filha de 10 anos já dominam esta tecnologia(redes sociais). Eu percebo uma comunicação não direta entre as pessoas e não me agrada este tipo de relação. Minha família toda, atualmente se comunica quase que exclusivamente por este mídia social (Whatsapp) e já houve situações em fiquei sem informações dos acontecimentos.

Enfim, procuro me manter atualizada em novas tecnologias principalmente, àquelas em que nos propicia a atualização das informações e a produção do conhecimento, contudo, não admito o domínio destas no controle de minha vida. Sempre valorizo as relações pessoais, o olhar, o abraço, a conversa frente a frente e por isso procuramos (eu e meu esposo) ir adquirindo os equipamentos de forma tranquila sem nos deixar ficar alheia à modernidade ou ser dominados por ela.